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Cinema, exposições e muito teatro: confira a programação cultural

Sessão do filme Mulheres Alteradas, exposição Ameríndios do Brasil e novos espetáculos teatrais são os destaques da semana

publicado: 22/03/2019 11h24,
última modificação: 26/03/2019 14h29
Exposição ‘Ameríndios do Brasil’, em Tiradentes (MG). Crédito: Renato Soares

Evento cultural é o que não vai faltar nas entidades vinculadas do Ministério da Cidadania. As exposições ‘Ameríndios do Brasil’, em Tiradentes (MG), e Via Crucis, estarão em Brasília (DF). Na Funarte, quatro novos espetáculos estreiam, nas cidades de Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ). E, no dia 27 de março, a Cinemateca Brasileira abre a última sessão do filme Mulheres Alteradas. Após a exibição, haverá debate com a presença de Guta Carvalho, Luis Pinheiro, Luis Dreyfuss e Will Etchebehere. Confira a programação completa abaixo:


CINEMATECA BRASILEIRA

Roma na Cinemateca
24/3 – 20h
Endereço: Cinemateca Brasileira – Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)

Este é o último domingo de sessão do filme Roma na Cinemateca, às 20h. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza e dos Oscar de filme estrangeiro, fotografia e direção, o filme dirigido por Alfonso Cuarón foi grande destaque na temporada de premiações. Sinopse: Cidade do México, 1970. A rotina de uma família de classe média é controlada de maneira silenciosa por uma mulher (Yalitza Aparicio), que trabalha como babá e empregada doméstica. Durante um ano, diversos acontecimentos inesperados começam a afetar a vida de todos os moradores da casa, dando origem a uma série de mudanças, coletivas e pessoais.
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Sessão ABC: Mulheres Alteradas
27/3 – 19h
Endereço: Cinemateca Brasileira – Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)

A Sessão ABC é um evento mensal aberto ao público que exibe produções brasileiras. A exibição dos filmes é sempre seguida de debates com a presença de diretores, diretores de fotografia, diretores de arte e demais técnicos envolvidos na realização das obras.
A Sessão ABC de março acontecerá no dia na quarta-feira (27) com a exibição de Mulheres Alteradas (2018), de Luis Pinheiro. Antes do longa-metragem, será exibido o curta Tronco (2016), de Luna Grimberg e Leonardo Rocha. E após a exibição, haverá um debate com a presença de Guta Carvalho, Luis Pinheiro, Luis Dreyfuss e Will Etchbehere. Os ingressos serão distribuídos na bilheteria uma hora antes de cada sessão por ordem de chegada, sujeitos à lotação da sala. Toda a programação tem entrada gratuita.
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2ª edição do ‘Mulheres, Câmeras e Telas’
Até 31/3
Endereço: Cinemateca Brasileira – Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)

Destaque da programação do ano passado da Cinemateca Brasileira, a Mostra Mulheres, câmeras e telas chega à sua segunda edição. Importante ação de difusão da instituição, contempla ações de formação e reflexão, como a mostra de filmes – que possibilita novas leituras da historiografia do cinema – e encontros com realizadoras e profissionais do cinema brasileiro. Neste sábado (23), após a sessão de Hotel Atlântico (2009), a mesa Imagens por mulheres reúne profissionais de diferentes atividades no cinema para uma conversa aberta ao público: a cineasta e roteirista Suzana Amaral, diretora do longa-metragem, Cristina Amaral, uma das mais importantes montadoras do cinema brasileiro, Carmen Genaro, projecionista da Cinemateca, e Flora Dias, cineasta, fotógrafa e integrante do DAFB (Coletivo das Diretoras de Fotografia do Brasil). Toda a programação tem entrada gratuita. Os ingressos serão distribuídos na bilheteria uma hora antes de cada sessão, sujeito à lotação das salas.
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FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA

Mostra ‘Rui, sua casa e seus livros: o homem e sua biblioteca’
Até 4/4
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro (RJ)

O Museu Casa de Rui Barbosa promove a mostra ‘Rui, sua casa e seus livros: o homem e a sua biblioteca’. O roteiro temático tem como objetivo buscar o diálogo entre o acervo, o espaço e o personagem. A entrada é franca.
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INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN)

Exposição ‘Ameríndios do Brasil’
De 27/3 a 19/4
Endereço: Escritório Técnico do Iphan – Rua da Câmara, 124 – Tiradentes (MG)

O projeto Ameríndios do Brasil é o registro fotográfico das várias nações indígenas e sua persistência diante da civilização conquistadora. Trata-se do resgate, através da imagem, da beleza e da riqueza cultural daqueles que são a raiz dos rituais que atravessaram o tempo e das histórias que falam de povo brasileiro e nos transportam a um mundo tão perto quanto distante. É um trabalho ambicioso, que consiste na documentação sistemática da rica diversidade étnica brasileira neste início de século XXI.
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INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS (IBRAM)

Exposição ‘Uma Nova Música Antiga’
Até 31/3
Endereço: Museu Solar Monjardim – Avenida Paulino Müller – Vitória (ES)
Realizada em parceria com o grupo A Trupe Barroca, a exposição exibe instrumentos musicais originais com quase 300 anos de idade, além de réplicas fiéis, que testemunham a história da música erudita no Brasil. Entre as preciosidades que o visitante encontrará na exposição, destacam-se um violino de 1820 que pertenceu à família da Princesa Isabel e um cravo em cuja tampa está pintada uma cena da Baía de Vitória no século XVIII.
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Mostra ‘Três Momentos da Pintura de Paisagem no Brasil’
Até 31/5
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ)

A mostra “Três momentos da Pintura de Paisagem no Brasil” aborda a evolução da prática da paisagem no Brasil. São 36 obras provenientes do acervo do MNBA e da Pinacoteca Barão de Santo Angelo, ligada ao Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que exibem “paisagens puras”, não tendo sido selecionadas paisagens urbanas ou marinhas. Algumas dessas obras não são expostas ao público há décadas. A mostra é dividida em três módulos e percorre um panorama conciso do exercício da pintura de paisagem no Brasil por artistas brasileiros, estrangeiros radicados no Brasil ou, ao menos, aqui ativos desde meados do século XIX até os anos iniciais do século XX. A partir das décadas de 1920 e 1930, a pintura brasileira enveredaria por novos rumos, poucos favoráveis ao desenvolvimento da paisagem como gênero. As visitações são de terça a sexta, das 10h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.
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Mostra ‘O desenho de Lasar Segall’
Até 17/6 – quarta a segunda-feira,das 11h às 19h
Endereço: Museu Lagar Segall – Rua Berta, 111 – São Paulo (SP)

Com curadoria de Giancarlo Hannud, diretor do museu, a mostra “O desenho de Lasar Segall” traz 54 desenhos dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição, revelando a inesgotável riqueza expressiva e técnica de sua produção.
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FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES (FUNARTE)

Espetáculo ‘Holzwege ou Caminhos de Floresta’, na Funarte SP. Crédito: Divulgação

Espetáculo ‘Paroxístico’
De 23 a 24/3 – 20h
Endereço: Funarte MG, Rua Januária, 68 – Belo Horizonte (MG)

Paroxístico mostra, a partir de um acontecimento apocalíptico – o dia em que o ar vai acabar – a situação de três homens, confinados num bunker para morrerem sem comoção. Diante desta realidade, os personagens refletem sobre fatos comuns que, sob o prisma do iminente fim, ganham potência, resignificam seus discursos e trazem à tona suas memórias.
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Espetáculo ‘Glauco’
Até 24/3 – 20h
Endereço: Funarte MG, Rua Januária, 68 – Belo Horizonte (MG)

No palco, os atores Dudu Melo e Vinicius Guedes dão corpo e voz a 14 sonetos do escritor paulistano, construindo uma dramaturgia sensível, que busca ampliar as possibilidades de ser das pessoas cegas, revelando suas experiências com o desejo, o sexo, o afeto, a violência e a solidão. Deixando de lado o vitimismo atribuído geralmente às pessoas com deficiência visual, a peça mostra a autonomia do corpo cego, que também possui prazeres, sentimentos, sonhos, contradições, e diferentes gêneros e orientações sexuais, como quaisquer pessoas.
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Ocupação Decopulagem
Até 24/3 – De 14h às 20h40
Endereço: Teatro Cacilda Becker, Rua do Catete, 338 – Rio de Janeiro (RJ)

A programação conta com três apresentações cênicas: sarau com músicos e bailarinos, show em trio e solo de dança. Outro destaque é o pré-lançamento do livro Decopulagem, coletânea de prosas poéticas escritas por Bernardi. A música tem papel importante em toda a concepção da ocupação. Renato Frazão, diretor musical e compositor da trilha sonora original do solo, e outros músicos parceiros que assinam depoimentos do livro, participam do sarau poético. Para completar a agenda, oficinas, laboratórios artísticos e rodas de conversas entre músicos, escritores, cineastas e bailarinos. Os interessados em participar das oficinas podem se inscrever no e-mail decopulagem@gmail.com.
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Espetáculo ‘Modum’
Até 24/3 – 19h (sexta e sábado) e 18h (domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)

A palavra modum, em latim, significa método. O espetáculo consiste em levar para os palcos a metodologia de treinos direcionados, desenvolvida pelo coreógrafo Hugo Campos. A maior parte da peça é improvisada, o que faz com que cada sessão seja uma “surpresa” para o público e o intérprete. A Cia Underground Vibrations adota como base a dança House, criada nos anos 1980 em clubes dos Estados Unidos. Mas, no espetáculo Modum, a companhia segue uma linguagem mais contemporânea, mesclada a elementos da cultura brasileira.
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Exposição ‘Dupla Face’
Até 24/3 – 10h30 às 19h (terça a domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)

Com curadoria de Maria Eugenia Cordero, a mostra apresenta 33 esculturas de Pallardó, que, além de artista visual, é também ator de teatro e integrante do coletivo paulistano Cia da Vértebra. Os trabalhos permitem vislumbrar algo do seu processo de criação, uma conjugação dessas duas faces de sua expressão artística.
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Espetáculo ‘Holzwege ou Caminhos de Floresta’
Até 26/3 – 20h30 (terças e quintas)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos – São Paulo (SP)

Resultado das atividades desenvolvidas no programa Laboratório da Cena Funarte 2018, o espetáculo é baseado na vida e na obra do filósofo alemão Martin Heidegger, que faria 130 anos em 2019. Heidegger também foi escritor, professor e reitor universitário e teve uma vida controversa, tendo sido acusado de louco e nazista. Na montagem, os atores são a matéria-prima de um acontecimento que desdobra os conceitos de ser e tempo até nossos dias. Questionando valores, convicções e sentidos que hoje parecem desvalorizados, o espetáculo aborda a fragilidade humana e a busca poética pela “verdade do ser”.
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Espetáculo ‘Poética do Cotidiano’
Até 26/3, às 20h (quartas)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058  – Campos Elíseos, São Paulo (SP)

A peça é resultado da oficina O Século de Stanislavski, projeto contemplado no programa Laboratório da Cena Funarte 2018. Os ingressos são vendidos na modalidade “pague quanto puder”. Coordenado por Dirce Thomaz, Edson Caeiro e Geraldo Fernandes, o trabalho reúne cenas sobre temas diversos, que refletem as angústias do ser humano, sua relação com a realidade, os desejos e os sonhos e seu contato com o outro. As questões – abordadas pelas perspectivas do naturalismo, realismo e simbolismo – transitam pelos campos político, social e espiritual.
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Espetáculo ‘O Pequeno Príncipe Preto’
Até 30/3 – 16h (sábado e domingo)
Endereço: Teatro Dulcina – Rua Alcindo Guanabara, 17, Rio de Janeiro (RJ)

Com texto e direção de Rodrigo França, a montagem conta a história de um príncipe que percorre vários planetas com a missão de plantar as sementes da empatia, amor, respeito, coletividade, generosidade e aprendizado familiar. Os ingressos são a preços populares de R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada). A peça traz aos palcos um personagem negro, como condutor da narrativa, para propor a quebra de paradigma e contribuir para a reflexão acerca da hierarquia da cultura afro. Através de diferentes linguagens, o infantil exalta a valorização da cultura negra e retrata o quanto é bonita a diversidade de cada povo.
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Espetáculo ‘Escuta-me’
Até 31/3, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)

O enredo da peça trata de uma ex-atriz que, para resgatar sua memória, volta ao teatro onde viveu seu sucesso e também seu infortúnio. Numa encenação ora realista ora de caráter mais subjetivo, a personagem tem dificuldade em distinguir o real do imaginado. No centro das lembranças da personagem estão os ensaios da peça Casa de Bonecas, de Ibsen. As atrizes dos ensaios, entre elas a protagonista de Escuta-me, formam um triângulo amoroso com o diretor, que passa a cometer uma série de abusos e manipulações, rememorados pela ex-atriz em meio a delírios e à confusão de passado e presente.
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Espetáculo ‘Mau Lugar’
Até 31/3, às 20h (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet – Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)

Na peça, uma cidade é atingida por uma onda de suicídios. Controlado por grandes corporações, o Estado reage, tornando o suicídio um crime hediondo: os familiares dos suicidas passam a sofrer punições violentas. A protagonista Lúcia é uma gerente de fábrica que tem sua vida transformada depois do suicídio de sua filha.
O ponto de partida da peça é a imaginação de uma sociedade distópica, tão opressiva que o suicídio passa a ser um gesto coletivo. Em geral visto como uma decisão íntima, ele se torna também um ato de resistência coletiva diante de uma situação de opressão extrema, intolerância e falta de perspectivas.
Também faz parte da programação uma série de debates sobre o tema principal da montagem, chamada Diálogos sobre o suicídio. As conversas ocorrem todos os domingos da temporada, depois da apresentação. Além desse tema, também vai ser discutida a importância histórica do Teatro de Arena Eugênio Kusnet.
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Exposição ‘Via Crucis’
Até 7/4, das 10h às 19h30
Endereço: Galeria Fayga Ostrower, Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural – Brasília (DF)

A exposição Via Crucis, do artista visual e performer Ariel Nobre, e do fotógrafo Tarcísio Paniago. A mostra fotográfica faz alusão à metáfora da Páscoa Cristã, da transição da morte para a vida, propondo um novo recomeço. A exposição é dividida em dois momentos: Anunciação – gestação e nascimento do corpo e do sangue do artista, e Transubstanciação de morte em vida – o fim de um ciclo e o recomeço, no caso, a transição de Ariel do gênero feminino para o masculino, condensando o caminho até a cruz, morte e ressurreição. Gilberto Lacerda assina a curadoria da mostra.
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Exposição ‘Raízes’
Até 7/4, das 10h às 18h (terça a sexta) e das 14h às 21h (sábados e domingos)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)

Raízes é um projeto artístico que dialoga com as culturas ancestrais e suas vertentes contemporâneas. Por meio de desenhos, pinturas e um mural, Ju Costa exalta a diversidade e a singularidade das expressões artísticas de povos de matrizes africanas e indígenas, que acreditam no equilíbrio da natureza e valorizam suas raízes sociais. A artista representa a riqueza cultural e a pluralidade racial brasileiras.
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Exposição ‘Estar no mundo, sem ser do mundo’
Até 7/4, das 10h às 18h (terças a sextas) e das 14h às 21h (sábados e domingos)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)

Estar no mundo, sem ser do mundo apresenta 12 pinturas inéditas, resultado de uma pesquisa realizada por Maíse Couto entre 2017 e 2018. As obras são fruto de uma imersão da artista em suas questões pessoais e do enfrentamento da rotina solitária e silenciosa do ateliê. As paisagens – que atravessam as fronteiras entre figuração e abstração – em geral são habitadas por uma criança inspirada nos retratos de sua filha. O símbolo personifica sua própria imagem infantil, em espaços indefinidos, em situações e ações que revelam resquícios de lembranças e imaginação.
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Espetáculo ‘Ariano – O Cavaleiro Sertanejo’
Até 14/4, às 19h (de domingo a domingo)
Endereço: Teatro Dulcina – Rua Alcindo Guanabara, 17, Rio de Janeiro (RJ)

A peça é uma viagem ao universo nordestino, por meio de alguns ícones da sua cultura, como o cancioneiro, o sertanejo, o repente, o forró, o mamulengo e o Movimento Armorial — idealizado e dirigido por Ariano Suassuna. O objetivo do Movimento é o de valorizar a cultura popular do Nordeste, criando uma espécie de arte brasileira erudita a partir das raízes da cultura do país. No espetáculo, seis cavaleiros saem à procura de Suassuna. Invadem a cidade nordestina de Armorial munidos de muita música, amor e poesia. Eles cantam e contam a lenda do cavaleiro nordestino. “Aquele que nasceu, amou, viveu e lutou, usando as armas mais potentes: a pena e a tinta”. O cavaleiro andante, de mistérios e mitos deixou seu legado e perpetuou suas histórias, sendo intitulado Ariano – O Cavaleiro Sertanejo.
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FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL

Exposição ‘1808 –1818: A construção do reino do Brasil’
Até 29/3 – 12h às 16h30 (segunda), 10h às 16h30 (terça a sexta)
Endereço: Espaço Cultural Eliseu Visconti – Rua México S/N – Rio de Janeiro (RJ)

A exposição reflete sobre a época joanina, período que começa com a chegada da corte portuguesa em 1808 e, logo em seguida, pela abertura dos portos brasileiros às nações unidas e termina com a coroação do príncipe regente D. João. Deixando para trás uma Europa conflagrada, D. João passou a reinar na cidade do Rio de Janeiro, que se transformou na cabeça do Império Ultramarino. A instalação da corte no Brasil promoveu a quebra do chamado“pacto colonial”, abrindo os portos para as nações amigas.
Artistas, viajantes e naturalistas foram autorizados a conhecer e a registrar a paisagem tropical. Foram 10 anos que transformaram o Brasil, quando foram fundados o Banco do Brasil, a Imprensa Régia, o Jardim Botânico, a Biblioteca Real, atual Biblioteca Nacional, as academias Real dos Guardas Marinhas e Real Militar e a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios.
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Assessoria de Comunicação
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania