Cultura e arte

Programação cultural: prepare-se para contos, exposições e espetáculos

Funarte MG e SP trazem novas peças teatrais para a semana. Em Recife, a novidade é a exposição Contextos Afro Digitais, no Museu da Abolição

publicado: 29/03/2019 10h28,
última modificação: 29/03/2019 10h28
Em cartaz na Funarte SP, o espetáculo ‘{Entre} Cravos &Lírios’ convida o público a refletir sobre os valores universais em relação ao ter e ser (Foto: Vitor Schietti)

Novidades e despedidas na programação cultural do Ministério da Cidadania para esta semana. Em Recife, a exposição ‘Contextos Afro Digitais’ apresenta interações virtuais que permeiam o universo negro dentro da sociedade brasileira e fica em cartaz até março de 2020. O Museu da República, no Rio de Janeiro, inaugurou a exposição ‘A Mulher e o Câncer do Colo do Útero’, com 20 painéis ilustrados no jardim da instituição que mostram um pouco da história e do enfrentamento da doença.

Em curta temporada, está em cartaz o espetáculo teatral ‘{Entre}Cravos & Lírios’, na Funarte MG, e a sessão de contos ‘Sobre mulheres e não só’, na Funarte SP. Para quem ainda não foi prestigiar, a exposição ‘Uma Nova Música Antiga’ e a 2ª edição do ‘Mulheres, Câmeras e Telas’ terminam no domingo (31). Confira a programação completa abaixo:

CINEMATECA BRASILEIRA

2ª edição do ‘Mulheres, Câmeras e Telas’
Até 31/3
Endereço: Cinemateca Brasileira – Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – São Paulo (SP)
Destaque da programação do ano passado da Cinemateca Brasileira, a Mostra Mulheres, câmeras e telas chega à sua segunda edição. Importante ação de difusão da instituição, contempla ações de formação e reflexão, como a mostra de filmes – que possibilita novas leituras da historiografia do cinema – e encontros com realizadoras e profissionais do cinema brasileiro. Neste sábado (23), após a sessão de Hotel Atlântico (2009), a mesa Imagens por mulheres reúne profissionais de diferentes atividades no cinema para uma conversa aberta ao público: a cineasta e roteirista Suzana Amaral, diretora do longa-metragem, Cristina Amaral, uma das mais importantes montadoras do cinema brasileiro, Carmen Genaro, projecionista da Cinemateca, e Flora Dias, cineasta, fotógrafa e integrante do DAFB (Coletivo das Diretoras de Fotografia do Brasil). Toda a programação tem entrada gratuita. Os ingressos serão distribuídos na bilheteria uma hora antes de cada sessão, sujeito à lotação das salas.
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FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA

Mostra ‘Rui, sua casa e seus livros: o homem e sua biblioteca’
Até 4/4
Endereço: Fundação Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente 134 – Rio de Janeiro (RJ)
O Museu Casa de Rui Barbosa promove a mostra ‘Rui, sua casa e seus livros: o homem e a sua biblioteca’. O roteiro temático tem como objetivo buscar o diálogo entre o acervo, o espaço e o personagem. A entrada é franca.
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INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN)

Exposição ‘Ameríndios do Brasil’
Até 19/4
Endereço: Escritório Técnico do Iphan – Rua da Câmara, 124 – Tiradentes (MG)
O projeto Ameríndios do Brasil é o registro fotográfico das várias nações indígenas e sua persistência diante da civilização conquistadora. Trata-se do resgate, através da imagem, da beleza e da riqueza cultural daqueles que são a raiz dos rituais que atravessaram o tempo e das histórias que falam de povo brasileiro e nos transportam a um mundo tão perto quanto distante. É um trabalho ambicioso, que consiste na documentação sistemática da rica diversidade étnica brasileira neste início de século XXI.
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INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS (IBRAM)

Exposição ‘Uma Nova Música Antiga’
Até 31/3
Endereço: Museu Solar Monjardim – Avenida Paulino Müller – Vitória (ES)
Realizada em parceria com o grupo A Trupe Barroca, a exposição exibe instrumentos musicais originais com quase 300 anos de idade, além de réplicas fiéis, que testemunham a história da música erudita no Brasil. Entre as preciosidades que o visitante encontrará na exposição, destacam-se um violino de 1820 que pertenceu à família da Princesa Isabel e um cravo em cuja tampa está pintada uma cena da Baía de Vitória no século XVIII.
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Mostra ‘Três Momentos da Pintura de Paisagem no Brasil’
Até 31/5
Endereço: Museu Nacional de Belas Artes – Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ)
A mostra “Três momentos da Pintura de Paisagem no Brasil” aborda a evolução da prática da paisagem no Brasil. São 36 obras provenientes do acervo do MNBA e da Pinacoteca Barão de Santo Angelo, ligada ao Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que exibem “paisagens puras”, não tendo sido selecionadas paisagens urbanas ou marinhas. Algumas dessas obras não são expostas ao público há décadas. A mostra é dividida em três módulos e percorre um panorama conciso do exercício da pintura de paisagem no Brasil por artistas brasileiros, estrangeiros radicados no Brasil ou, ao menos, aqui ativos desde meados do século XIX até os anos iniciais do século XX. A partir das décadas de 1920 e 1930, a pintura brasileira enveredaria por novos rumos, poucos favoráveis ao desenvolvimento da paisagem como gênero. As visitações são de terça a sexta, das 10h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.
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Mostra ‘O desenho de Lasar Segall’
Até 17/6 – quarta a segunda-feira, das 11h às 19h
Endereço: Museu Lagar Segall – Rua Berta, 111 – São Paulo (SP)
Com curadoria de Giancarlo Hannud, diretor do museu, a mostra “O desenho de Lasar Segall” traz 54 desenhos dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição, revelando a inesgotável riqueza expressiva e técnica de sua produção.
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Exposição ‘A Mulher e o Câncer do Colo do Útero’
Até 25/6 – segunda a domingo, das 8h às 17h30
Endereço: Museu da República – Rua do Catete, 153 – Rio de Janeiro (RJ)
Promovida em parceria com o Museu da Vida, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a exposição conta com 20 painéis ilustrados e traz informações para que a população conheça melhor o câncer decolo do útero e suas formas de enfrentamento ao longo da história.
A exposição destaca as formas de prevenção da doença: a vacina contra o HPV antes do início da vida sexual (oferecida no SUS) e o exame preventivo (Papanicolau), além do uso da camisinha. Sobre o Papanicolau, mulheres entre 25 e 64 anos que já tiveram atividade sexual devem fazer um exame a cada três anos e, quando necessário, receber o tratamento adequado.
A exposição também é sensível às questões que a doença levanta em relação à sexualidade da mulher e aos obstáculos para a realização do preventivo, que, além da dificuldade de acesso aos serviços de saúde, envolvem desinformação,vergonha e medo, e aborda a transformação da medicina em termos de diagnóstico, prevenção e cura da doença. Os visitantes também podem conhecer um pouco dessa história nos painéis.
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Exposição ‘Contextos AfroDigitais’
Até março de 2020
Endereço: Museu da Abolição – Rua Benfica, 1150 – Recife (PE)
A exposição Contextos Afro Digitais, cujo mote é mostrar como o afro-brasileiro está inserido e, sobretudo, se expressa no universo da internet e dos meios digitais. A mostra apresenta as interações virtuais que permeiam o universo negro dentro da sociedade brasileira e faz parte do ‘Projeto Selos 2019’.
O Projeto Selos tem por objetivo disseminar a missão do MAB e como missão institucional preservar, pesquisar, divulgar, valorizar e difundir a memória, os valores históricos, artísticos e culturais, o patrimônio material e imaterial dos afrodescendentes, por meio de estímulo à reflexão e ao pensamento crítico, sobretudo quanto ao tema abolição, contribuindo para o fortalecimento da identidade e cidadania do povo brasileiro.
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FUNDAÇÃO NACIONAL DE ARTES (FUNARTE)

Espetáculo ‘{Entre} Cravos &Lírios’
Até 30/3 – 20h
Endereço: Funarte MG – Rua Januária, 68, Belo Horizonte (MG)
A montagem é livremente inspirada nas obras Primeiro Amor, de Samuel Beckett, O Capote, de Nikolai V. Gogol, e na frase “ser ou não ser, eis a questão?”, escrita na peça Hamlet, de William Shakespeare, que neste trabalho assume a perspectiva: “ser ou ter, eis a questão?”. O público é convidado a refletir sobre os valores universais em relação ao ter e ser. O encontro inusitado entre essas figuras solitárias promove fragmentos tragicamente cômicos que retratam com simplicidade vários aspectos da miséria e da poética humana e sua nobre capacidade de viver e conviver, apesar de tudo. O espetáculo conta com a direção e a dramaturgia de Lidiane Araújo. O elenco é formado pelos atores Ana Vaz e Denis Camargo, cofundadores da companhia.
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Espetáculo ‘O Pequeno Príncipe Preto’
Até 30/3 – 16h (sábado e domingo)
Endereço: Teatro Dulcina – Rua Alcindo Guanabara, 17, Rio de Janeiro (RJ)
Com texto e direção de Rodrigo França, a montagem conta a história de um príncipe que percorre vários planetas com a missão de plantar as sementes da empatia, amor, respeito, coletividade, generosidade e aprendizado familiar. Os ingressos são a preços populares de R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada). A peça traz aos palcos um personagem negro, como condutor da narrativa, para propor a quebra de paradigma e contribuir para a reflexão acerca da hierarquia da cultura afro. Por meio de diferentes linguagens, o infantil exalta a valorização da cultura negra e retrata o quanto é bonita a diversidade de cada povo.
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Sessão de contos ‘Sobre mulheres e não só’
31/3, às 18h
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
A performance artística parte de técnicas de narração e percorre os territórios do feminino, da ancestralidade, da história contemporânea e da tradição. Guiadas pela intuição e pela sabedoria ancestral, as personagens dos contos conduzem o público por trajetórias simbólicas que estreitam as relações entre a ação prática e a ação poética. Segundo o grupo, o espetáculo é “uma união de mulheres que reconhece a multiplicidade dos olhares e que evoca a sabedoria, a potência e o sagrado numa ciranda de encontros”.
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Espetáculo ‘Escuta-me’
Até 31/3, às 20h30 (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
O enredo da peça trata de uma ex-atriz que, para resgatar sua memória, volta ao teatro onde viveu seu sucesso e também seu infortúnio. Numa encenação ora realista ora de caráter mais subjetivo, a personagem tem dificuldade em distinguir o real do imaginado. No centro das lembranças da personagem estão os ensaios da peça Casa de Bonecas, de Ibsen. As atrizes dos ensaios,entre elas a protagonista de Escuta-me, formam um triângulo amoroso com o diretor, que passa a cometer uma série de abusos e manipulações, rememorados pela ex-atriz em meio a delírios e à confusão de passado e presente.
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Espetáculo ‘Mau Lugar’
Até 31/3, às 20h (sexta e sábado) eàs 19h (domingo)
Endereço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet – Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – São Paulo (SP)
Na peça, uma cidade é atingida por uma onda de suicídios. Controlado por grandes corporações, o Estado reage, tornando o suicídio um crime hediondo: os familiares dos suicidas passam a sofrer punições violentas. A protagonista Lúcia é uma gerente de fábrica que tem sua vida transformada depois do suicídio de sua filha.
O ponto de partida da peça é a imaginação de uma sociedade distópica, tão opressiva que o suicídio passa a ser um gesto coletivo. Em geral visto como uma decisão íntima, ele se torna também um ato de resistência coletiva diante de uma situação de opressão extrema, intolerância e falta de perspectivas.
Também faz parte da programação uma série de debates sobre o tema principal da montagem, chamada Diálogos sobre o suicídio. As conversas ocorrem todos os domingos da temporada, depois da apresentação. Além desse tema, também vai ser discutida a importância histórica do Teatro de Arena Eugênio Kusnet.
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Espetáculo ‘Abigail Williams ou De onde surge o Ódio’
De 5 a 28/4, às 20h (sexta e sábado) e às 19h (domingo)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
O espetáculo, com direção de Nathália Bonilha e dramaturgia de Vinicius Garcia Pires e da Cia Ato Reverso, é inspirado na peça teatral As bruxas de Salém, de Arthur Miller, e atualizado para o contexto político e social contemporâneo. A partir da história de Abigail Williams e de seu envolvimento no processo de caça às bruxas instituído pelo governo fictício de SS (Salém-São Paulo), a montagem aborda as relações entre os campos político, religioso e midiático, remetendo à manipulação da opinião pública e à intolerância moral. O espetáculo propõe uma reflexão sobre as questões: “De onde nasce o ódio? Como a sociedade em que vivemos permite e promove o extermínio diário de parte de nós mesmos? Quais são as bruxas caçadas atualmente e por quais razões?”
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Exposição ‘Via Crucis’
Até 7/4, das 10h às 19h30
Endereço: Galeria Fayga Ostrower, Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural – Brasília (DF)
A exposição Via Crucis, do artista visual e performer Ariel Nobre e do fotógrafo Tarcísio Paniago. A mostra fotográfica faz alusão à metáfora da Páscoa Cristã, da transição da morte para a vida, propondo um novo recomeço. A exposição é dividida em dois momentos: Anunciação – gestação e nascimento do corpo e do sangue do artista, e Transubstanciação de morte em vida – o fim de um ciclo e o recomeço, no caso, a transição de Ariel do gênero feminino para o masculino, condensando o caminho até a cruz, morte e ressurreição. Gilberto Lacerda assina a curadoria da mostra.
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Exposição ‘Raízes’
Até 7/4, das 10h às 18h (terça a sexta) e das 14h às 21h (sábados e domingos)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
Raízes é um projeto artístico que dialoga com as culturas ancestrais e suas vertentes contemporâneas. Por meio de desenhos, pinturas e um mural, Ju Costa exalta a diversidade e a singularidade das expressões artísticas de povos de matrizes africanas e indígenas, que acreditam no equilíbrio da natureza e valorizam suas raízes sociais. A artista representa a riqueza cultural e a pluralidade racial brasileiras.
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Exposição ‘Estar nomundo, sem ser do mundo’
Até 7/4, das 10h às 18h (terças a sextas) e das 14h às 21h (sábados e domingos)
Endereço: Funarte SP, Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)
Estar no mundo, sem ser do mundo apresenta 12 pinturas inéditas, resultado de uma pesquisa realizada por Maíse Couto entre 2017 e 2018. As obras são fruto de uma imersão da artista em suas questões pessoais e do enfrentamento da rotina solitária e silenciosa do ateliê. As paisagens – que atravessam as fronteiras entre figuração e abstração – em geral são habitadas por uma criança inspirada nos retratos de sua filha. O símbolo personifica sua própria imagem infantil, em espaços indefinidos, em situações e ações que revelam resquícios de lembranças e imaginação.
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Espetáculo ‘Ariano – O Cavaleiro Sertanejo’
Até 14/4, às 19h (de domingo adomingo)
Endereço: Teatro Dulcina – Rua Alcindo Guanabara, 17, Rio de Janeiro (RJ)
A peça é uma viagem ao universo nordestino, por meio de alguns ícones da sua cultura, como o cancioneiro, o sertanejo, o repente, o forró, o mamulengo e o Movimento Armorial – idealizado e dirigido por Ariano Suassuna. O objetivo do Movimento é o de valorizar a cultura popular do Nordeste, criando uma espécie de arte brasileira erudita a partir das raízes da cultura do país. No espetáculo, seis cavaleiros saem à procura de Suassuna. Invadem a cidade nordestina de Armorial munidos de muita música, amor e poesia. Eles cantam e contam a lenda do cavaleiro nordestino. “Aquele que nasceu, amou, viveu e lutou, usando as armas mais potentes: a pena e a tinta”. O cavaleiro andante, de mistérios e mitos deixou seu legado e perpetuou suas histórias, sendo intitulado Ariano – O Cavaleiro Sertanejo.
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