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Setorial de Patrimônio Material do Rio Grande do Sul (RS)

Candidatos(as)

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JULIANI BORCHARDT DA SILVA
+
Votos: 13

JULIANI BORCHARDT DA SILVA

Defesa do candidato:

Integrante do Movimento Pró-memória. Membro do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de Santo Ângelo. Delegada da OSCIP DEFENDER (Defesa Civil do Patrimônio Histórico) em Santo Ângelo.

Experiência:

Bacharel em Administração-Turismo pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (2009) onde também cursou especialização em História, Cultura, Memória e Patrimônio (2012). É Especialista em Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais (2014) e mestra em Memória Social e Patrimônio Cultural (UFPEL).


Jacqueline Custódio
+
Votos: 48

Jacqueline Custódio

Defesa do candidato:

A questão patrimonial é um tema pouco difundido em nossa sociedade. Vejo que é primordial discutir políticas públicas, visando, por ex., o ensino patrimonial (meta 12 do PNC), formação de técnicos de mão de obra especializada, benefícios aos proprietários para a manutenção do bem, linha de crédito etc. Só através da participação da sociedade poderemos, de fato, preservar nosso patrimônio cultural.

Experiência:

Advogada, especialização em direito público (FMP), com atuação junto à comunidade, dando assessoria jurídica em casos ligados ao patrimônio construído e natural da cidade. Formada em Artes Plásticas (UFRGS), delegada da OSCIP Defender e do CMDUA, participação movimentos em prol da preservação do patrimônio cultural. Membro do Conselho Estadual de Cultura, escreve o Blog Chega de Demolir P.Alegre.


Candidato(a) eleito(a)
Vinícius Xavier Ramos
+
Votos: 30

Vinícius Xavier Ramos

Defesa do candidato:

Coordenador da Comunidade Quilombola Chácara da Cruz em Tapes/RS. Cujo objetivo em defesa de ações e iniciativas favoráveis a promoção da cidadania , dos direitos humanos, combate ao racismo, geração de renda, saúde, e atividades culturais no quilombo e em escolas do RS, SC e PR. Conservação da diáspora ancestralidade em patrimônio material voltadas para a autoestima, respeito às novas gerações.

Experiência:

PALESTRAS MINISTRADAS: 2013 - APAE de Tapes - APAE de Sentinela do Sul 2014 - APAE de Camaquã - UERGS de Tapes - ULBRA de Guaíba Turma de graduação de História - Encontro de Saúde da População Negra- RS - Encontro Setorial Quilombola- RS 2015 - Encontro Setorial Quilombola- RS - Encontro Estadual Quilombola- RS - SEBRAE- RS





Fórum de Debates

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32 participações Deixe uma resposta

  1. Caro Vinícius Wu,

    O Edital CNPC 01/2015 estabelece claramente que:
    16/10/2015 – homologação dos delegados estaduais eleitos.
    Esperamos até o final do dia 16/10 pela divulgação do resultado dos recursos e homologação dos delegados eleitos mas o que há aqui no site é apenas uma informação sobre o evento do dia 19/10 em Brasília.
    Acreditamos que todos os candidatos que se inscreveram e entraram com algum tipo de recurso têm direito de tomar conhecimento sobre a decisão tomada pela Comissão Eleitoral. Qual a justificativa do Minc para o não cumprimento do que está claramente estabelecido no edital que disciplina este processo eleitoral?
    Atenciosamente,

    ADELMO DE MEDEIROS

  2. Parabéns a todos os eleitos, que possam acolher as reflexões de todos os interessados na preservação do Patrimônio Material, que se manifestaram ou se manifestarão, e levar-la para o Conselho Nacional de Politicas Culturais.
    Estou a disposição de todos os que foram eleitos nesta setorial para contribuir, como segundo eleito do Rio, com 44 votos, e oitavo colocado na lista nacional, mas principalmente como alguém que trabalha nesta área a mais de vinte anos.

  3. Olá pessoal,

    Segundo os resultados preliminares do MinC, a representação para os setoriais de Patrimônio Material do CNPC está assim:

    – Todos os estados terão um representante. Exceto pelos estados do Pará e Mato Grosso que contarão com dois representantes;
    – No Rio Grande do Norte só há um candidato, mas ele não recebeu nenhum voto. Então, o estado ficará sem representação?;
    – Em Santa Catarina, duas candidatas estão empatadas com 42 votos e o Minc usará algum critério de desempate;
    – Em Goiás, a candidata com maior número de votos (8) foi inabilitada pelo Minc, mas ela ainda pode recorrer.

    Desta maneira, os resultados prévios estão assim:

    1. Acre (AC) – Ana Lúcia Cunha e Silva (23 votos)

    2. Alagoas (AL) – Jefferson Júnior do Nascimento Lima (9 votos)

    3. Amapá (AP) – Profa. Iris Moraes / Ekedi Ewejimi (63 votos)

    4. Amazonas (AM) – Telma Heloísa de Alencar Félix (10 votos)

    5. Bahia (BA) – Raimundo Konmannanjy (140 votos)

    6. Ceará (CE) – Genildo Moreira Angelim (72 votos)

    7. Distrito Federal (DF) – Yuri Soares Franco (3 votos)

    8. Espírito Santo (ES) – [sem representação]

    9. Goiás (GO) – Mauro Moura (4 votos)

    10. Maranhão (MA) – Alessandra Costa Gomes (Pajama) (7 votos)

    11. Mato Grosso (MT) – Paulo Roberto Moreira Crispim (36 votos) e Luciano Pereira da Silva (4 votos)

    12. Mato Grosso do Sul (MS) – [sem representação]

    13. Minas Gerais (MG) – Isabela Tavares Guerra (43 votos)

    14. Pará (PA) – Bernadino da Costa e Silva Junior (124 votos) e Telma Saraiva dos Santos (112 votos)

    15. Paraíba (PB) – Nivaldo Amador de Sousa (29 votos)

    16. Paraná (PR) – Miguel Fernando Perez Silva (4 votos)

    17. Pernambuco (PE) – Aramis Macêdo Leite Júnior (34 votos)

    18. Piauí (PI) – [sem representação]

    19. Rio de Janeiro (RJ) – Antonio Seixas (106 votos)

    20. Rio Grande do Norte (RN) – Um candidato com 0 votos – [sem representação?]

    21. Rio Grande do Sul (RS) – Jaqueline Custódio (48 votos)

    22. Rondônia (RO) – Rogerio Fulvio Romano (2 votos)

    23. Roraima (RR) – Paulina Onofre Ramalho (23 votos)

    24. Santa Catarina (SC) – Dione da Rocha Bandeira OU Marcella Monteiro Borel (Ambas com 42 votos. O MinC irá usar algum critério para desempate)

    25. São Paulo (SP) – Agda Sardinha (31 votos)

    26. Sergipe (SE) – Péricles Morais de Andrade Júnior (2 votos)

    27. Tocantins (TO) – Maurí Luiz Bessegatto (35 votos)

    Abraços,

  4. Agradeço a todos os eleitores e aos companheiros que fizeram do fórum de debate do Patrimônio Cultural Material – RJ o mais movimentado do setor em todo o país.
    Muito obrigado a todos.
    Vamos em frente!!!

  5. Na década de 80 trabalhei na Fundação de Cultura Solar do Ferrão, trabalho este que consistia na Revitalização do Pelourinho e arredores em Salvador, por meio de cadastramento, projetos de arquitetura na elaboração de plantas baixa e fachadas dos Casarões antigos que eram constituídos por uma enorme diversidade que consistia nesse mesmo local ser habitado por casas de família, prostíbulos e uma forte criminalidade, demonstrando toda uma marginalização social que ali existia.
    No inicio do projeto, foi muito difícil o acesso ao meio do complexo marginalizado pela sociedade baiana. Por ser um local aonde a marginalização e a prostituição eram dominantes.
    Mas, com o passar do tempo fizemos amizades com os moradores e adquirimos respeito e cooperação, com isso entravamos e saiamos sem sermos importunados.
    O governo a fim de acabar com a marginalização e revitalizar o local por todo o seu conceito histórico e cultural, indenizando os moradores do Pelourinho e arredores, entretanto esqueceram que tirando o povo se mata a história viva, perdendo a identidade do local para sempre.
    Contudo, este processo como todos que acontecem no Brasil apagam por completo o resgate da memória da comunidade do Pelourinho e arredores como agora esta acontecendo com a revitalização da cidade do Rio de Janeiro.
    Hoje o Solar do Ferrão é um Centro Cultural: espaço de arte, cultura e memória.

    Atenciosamente,
    Maxima Cruz dos Santos
    Baiana do Palácio de Cristal-Petrópolis

  6. PRIMEIROS DELEGADOS PARA O FÓRUM NACIONAL DE PATRIMÔNIO CULTURAL MATERIAL
    Por estarem concorrendo sozinhos e considerando que conseguiram as assinaturas necessárias para o Fórum Nacional de Patrimônio Cultural Material, já estão eleitos os candidatos:
    YURI SOARES FRANCO – DF
    PAULINA ONOFRE RAMALHO – RR
    ANA LÚCIA CUNHA E SILVA – AC
    ALESSANDRA COSTA GOMES (PAJAMA) – MA
    GENILDO MOREIRA ANGELIM – CE
    LUCIANO FÁBIO DANTAS CAPISTRANO – RN
    PÉRICLES MORAIS DE ANDRADE JÚNIOR – SE
    MAURÍ LUIZ BESSEGATTO – TO
    Para terem sido eleitos, basta que tenham recebido um único voto. Parabéns aos companheiros!
    As disputadas mais acirradas serão nos estados
    SP – 6 candidatos / 1 vaga
    PE – 5 candidatos / 1 vaga
    SC – 4 candidatos / 1 vaga
    MG – 3 candidatos / 1 vaga
    RS – 3 candidatos / 1 vaga
    PB – 3 candidatos / 1 vaga
    BA – 3 candidatos / 1 vaga
    GO – 3 candidatos / 1 vaga
    AM – 3 candidatos / 1 vaga
    A eleição do setorial de Patrimônio Cultural Material será mais tranquila nestes estados:
    PA – 4 candidatos / 2 vagas
    MT – 3 candidatos / 2 vagas
    RJ – 2 candidatos / 1 vaga
    PR – 2 candidatos / 1 vaga
    AL – 2 candidatos / 1 vaga
    AP – 2 candidatos / 1 vaga
    RO – 2 candidatos / 1 vaga
    ES, MS e PI não possuem candidatos ao colegiado de Patrimônio Cultural Material

  7. DELEGADOS DO PATRIMÔNIO CULTURAL MATERIAL PARA O FÓRUM NACIONAL SETORIAL
    Serão ao total 29 delegados, mais os sete membros natos, que representarão o setorial do Patrimônio Cultural Material. Salvo MT e PA que terão dois delegados cada, os demais estados conseguiram eleger apenas um delegado. No estado do Rio de Janeiro são dois candidatos, mas apenas um estará presente em Brasília.
    Inexplicavelmente, ES, MS e PI não possuem candidatos para o setorial de Patrimônio Cultural Material, mas conseguiram as assinaturas para levar, cada um, um fantasma para o Fórum Nacional.
    O Fórum Nacional servirá para a eleição dos trinta membros do Colegiado de Patrimônio Cultural Material e os dois respectivos representantes para o Plenário do CNPC.
    Quanto ao Fórum Nacional Setorial de Patrimônio Material, na plataforma da eleição, na seção “calendário” conta que a data ainda será definida:
    3. Fóruns Nacionais Setoriais das áreas técnicas – Distrito Federal/DF
    Realização dos Fóruns Nacionais Setoriais dos Colegiados de Moda, Design, Arquitetura e Urbanismo, Patrimônio Material, Arquivos, e GT Museus. Data a confirmar após o período de Consulta Pública
    Ocorre que no edital consta diferente:
    8.3 Serão realizados os seguintes Fóruns Nacionais Setoriais:
    c) Fóruns Nacionais Setoriais de Moda, Design, Arquitetura e Urbanismo, Patrimônio Material e Arquivos, em Brasília-DF, de 17 a 20 de novembro de 2015.
    Sendo que 20 de novembro é feriado da Consciência Negra. O Fórum ocorrerá mesmo nessa data?

  8. Prezados (as),

    Como todos sabem o período de inscrição de candidatos e eleitores encerrou-se no dia 26/09/2015 mas a votação estende-se até o dia 07/10/2015.
    O Edital CNPC Nº 01/2015 cita de forma bem clara que:
    6.1.3 É vedada a candidatura de ocupantes de cargos comissionados do Poder Executivo Federal, Estadual, Municipal e do Distrito Federal.
    O mesmo Edital prevê três datas importantes:
    10.6: 9/10/2015 – Publicação dos delegados estaduais eleitos e registros de candidatura
    indeferidos. Início do prazo de recurso.
    10.7: 14/10 – Fim do prazo de recurso.
    10.8: 16/10/2015 – Homologação dos delegados estaduais eleitos.

    ADELMO DE MEDEIROS

  9. NÚMEROS DESSA ELEIÇÃO SÃO DESAFIADORES

    No total de inscrições, o estado do Rio de Janeiro aparece com pouco mais de 3 mil participantes, o que ficou muito abaixo do esperado, ainda mais quando comparado com o Amapá com 8.087 participantes e o Pará com 7.667.
    Mesmo a nível nacional, o número de participantes foi pequeno se considerarmos alguns dados estatísticos:
    o estado do Amapá possui uma população estimada pelo IBGE para 2015 de 766.679 habitantes, distribuída em 16 municípios. Os 8.087 participantes correspondem a 1,054% dos amapaenses; o estado do Pará possui uma população estimada pelo IBGE para 2015 de 8.175.113 habitantes, distribuída em 144 municípios. Os 7.667 participantes correspondem a 0,093% dos paraenses.
    Vamos considerar que foram 3.500 participantes no estado do Rio de Janeiro. Ora, a população do estado do Rio estimada pelo IBGE para 2015 corresponde a 16.550.024 habitantes, distribuída em 92 municípios. Então, apenas 0,021% dos fluminenses participaram dessa eleição.
    Quanto ao número de candidatos por estado, o Rio de Janeiro não chegou a 100 inscritos, sendo todos os estados da federação suplantados por São Paulo que aparece com 156 candidatos, sendo que 24 deles só no setorial de Música.
    A nível nacional, o setorial de Patrimônio Cultural Material não chegou a 2 mil participantes, sendo superado pelos setoriais de Culturas Populares, com 10.246 participantes e de Culturas Afro Brasileiras, com 9.049. As setoriais de Música e de Literatura, Livro e Leitura ultrapassaram a marca de mais de 8 mil inscrições cada.
    Quanto ao número de candidatos do setorial de Patrimônio Cultural Material, são 58 em todo o país. Apenas ES, MS e PI não possuem candidaturas. As regiões mais concorridas são Nordeste (9 estados/17 candidatos), Norte (7 estados/14 candidatos) e Sudeste (4 estados/11 candidatos). Os estados com mais candidatos são SP (6), PE (5), PA (4) e SC (4). Incrivelmente o estado do Rio de Janeiro tem apenas 2 candidatos.
    Se o Ministério da Cultura está comemorando que 72.871 pessoas que se inscreveram nessa eleição, considerando que na anterior foram apenas 5 mil pessoas, os números alcançados em 2015 não foram satisfatórios, como a estatística revelou.
    A inclusão de um número maior de participantes deverá ser uma das preocupações do governo federal nas próximas eleições para o Conselho Nacional de Política Cultural.

  10. O setorial de Patrimônio Cultural Material não está tão ruim. São 58 candidatos em todo o país. Apenas ES, MS e PI não possuem candidaturas. Os regiões mais concorridas são Nordeste (9 estados/17 candidatos), Norte (7 estados/14 candidatos) e Sudeste (4 estados/11 candidatos).
    No período de 27/09 até 07/10 os eleitores poderão confirmar seu voto em seus candidatos ou trocarem seu voto apenas uma vez.
    Por isso,
    em defesa do Patrimônio Cultural Ferroviário
    em defesa do Patrimônio Cultural Quilombola
    em defesa do Patrimônio Cultural Arqueológico
    em defesa do Patrimônio Cultural Militar
    em defesa do Museu Casa da Força Expedicionária Brasileira
    em defesa do Museu Casa do Patrimônio Cultural Ferroviário (antigo Museu do Trem)
    em defesa da Paisagem Cultural Fluminense
    em defesa dos Monumentos Históricos do estado do Rio de Janeiro
    em defesa do Patrimônio Cultural da Baixada Fluminense
    VOTE
    Antônio Seixas
    Patrimônio Material – RJ

  11. AVISO:
    Por motivos inesperados de saúde estou cancelando minha candidatura.
    Indico Jacqueline Custódio e/ou Juliani Borchardt.
    Desculpem-me. Obrigado!

  12. Conceição, existem metodologias, impressos (IPHAN) e experiências bem sucedidas em diversos pontos do Brasil sobre Educação Patrimonial. No entanto, enquanto esse tema de relevante importância, não for considerado disciplina e incluído obrigatoriamente na grade curricular de ensino, nossos valores patrimoniais vão ser o celular, os debates e uma devastação gigantesca do nosso Patrimônio.

  13. É preciso haver uma discussão em torno de promover políticas públicas sérias e eficientes, com o real propósito de resgatar e difundir a EDUCAÇÃO em PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL…ainda engatinhamos nesta forma de educação…haja visto o total descaso com nosso patrimônio…quando existir de fato esta conscientização poderemos então dizer que estamos avançando neste processo de preservar nossa história, identidade, cultura e o patrimônio que fala por elas.

  14. “Eu não vejo sentido no Patrimônio Cultural da Humanidade com relação a certas cidades e que não sejam boas para seus habitantes. Como alguma coisa pode ser boa para todos, menos para aqueles que são dos locais? Eu não acredito em Patrimônio da Humanidade que não seja antes Patrimônio Municipal. Aliás para mim a categoria fundamental de Patrimônio Cultural e Ambiental é o Patrimônio Municipal.”

    Dr. Ulpiano Toledo Bezerra de Meneses
    I Encontro Patrimônio Cultural e Desenvolvimento
    Novembro de 2003 – Porto Alegre/RS

  15. O Patrimônio Cultural Material não é formado só por prédios históricos tombados ou de relevante valor. arquitetônico ou histórico. Aqui estão incluídos os documentos e registros físicos da História que precisam de cuidados especiais na sua preservação. Que mereçam reconhecimento e proteção por ato administrativo de tombamento. Ainda se incluem obras de arte, áreas físicas como parques e jardins, lugares e equipamentos ligados aos saberes e fazeres com relevante importância. Tombar não basta. É preciso preservar, zelar e acima de tudo informar e divulgar para a sociedade sobre o valor intangível de cada bem cultural. Por isso tudo, resolvi me candidatar. Não precisamos mais discutir patrimônio, precisamos sim, além de aplicar a gigantesca Tutela, é de povo, de educação, de amor e respeito à História e ao significado daquilo que é Patrimônio.
    Isso é política pública, sem dúvida!

    • Cabe explicar que conheço e reconheço a importante dedicação e empenho das candidatas Juliani Borchardt que atua na região das Missões e da candidata Jacqueline Custódio que atua na cidade de Porto Alegre. Disputamos o seu voto!
      Mas saiba que dos três o mais importante é o sofrido Patrimônio Cultural Material Brasileiro.

  16. Participem também dos debates no fórum de Patrimônio Cultural Material do Rio de Janeiro deixando comentários, sugestões, críticas e denúncias de abandono dos nossos bens culturais.

  17. Dentro da palavra cultura se esconde o Patrimônio Cultural Brasileiro. Talvez por isso esse segmento da cultura brasileira muitas vezes perca espaço para festivais, turnês, carnaval e quase todas os outros segmentos que completam a definição de cultura. No entanto após a existência de Rodrigo Melo Franco de Andrade e da Constituição Federal de 1988, esse é o segmento mais amplo e mais bem protegido da cultura brasileira. Ao mesmo tempo em que é desrespeitado do Oiapoque ao Chuí. Por ignorância, má fé, interesses econômicos, interesses políticos e, principalmente por falta de educação em todos os níveis escolares. Creio que os candidatos e candidatas que se apresentam sabem muito bem disso e tenham conhecimento suficiente para defender aquilo que está na Constituição Federal, Estatuto das Cidades, Código de Defesa do Consumidor e principalmente no Código Penal. Isso já é 80%, os outros 20% podem ser alcançados a médio prazo com educação. Torço por todos e todas. Meu voto vai para Jacqueline Custódio, Delegada da Defender em Porto Alegre.

  18. Dia 26 de setembro, sábado, teremos a reunião presencial na Casa de Cultura Mario Quintana. Temos muito que fazer pelo nosso patrimônio cultural, que está sofrendo grandes perdas, haja vista, só aqui em Porto Alegre, as Casas da Luciana de Abreu, Cais Mauá, Petrópolis, em especial a Casa da Estrela, Casa Elétrica, Grêmio Gaúcho, entre outros. Há muito por fazer!

    • Com certeza Jacqueline. Outra questão que necessita ser debatida e ampliada é a descentralização das ações que envolvem o patrimônio cultural como um todo. A realidade do interior não é diferente da capital, com a diferença que os recursos captados pelas leis de incentivo ficam, via de regra, nos grandes centros. Está na hora do interior atuar e participar mais. Que os conselhos municipais sejam criados, assim como os planos e fundos. Que o conselho estadual se faça mais presente. Que possamos avançar nessas questões.

      • Pior é que os recursos estão escasseando e os primeiros que sofrem são os projetos de restauro. Tenho visto isso no dia-a-dia!

        • Infelizmente Jacqueline. Isso não ocorre apenas com os projetos de restauro mas sim com a cultura de uma forma geral. O Estado necessita não apenas de projetos e programas mas de políticas permanentes para o setor, as quais não devem ser apenas voltadas à liberação de recursos através de editais. A coisa é bem mais complexa e abrangente. Precisamos de ações mais contínuas e duradouras, que o IPHAE e IPHAN estejam mais presentes nas localidades, que os processo sejam mais rápidos e que resultem em ações de salvaguarda.

  19. Trabalhar para que o plano nacional se cultura seja executado, conectando-o com os planos e sistemas a nível estadual e municipais. Debater e fortalecer as estruturas governamentais existentes (secretarias, fundações, institutos, ministério, etc.).

  20. Boa tarde pessoal. As questões relacionados ao Patrimônio cultural são abrangentes, complexas e multidisciplinares. É de extrema necessidade que as instâncias de participação social sejam potencializadas e fortalecidas, pois sem povo não há patrimônio cultural (edificado ou não). Conselhos, grupos, organizações civis e poder público devem atuar em sinergia para fazer valer as legislações vigentes. bem como na criação de políticas públicas eficazes que garantam a salvaguarda dos bens relevantes aos diversos grupos que compõem nossa plural sociedade. É para isso que estamos aqui: para dialogar e trabalhar em prol do que nos torna humano – nossa cultura! Abraços.

  21. Muito importante que se tenha políticas de preservação de nosso patrimônio cultural. E isso deve começar com a educação patrimonial.

    • Concordo com você Jacqueline! A educação para o Patrimônio Cultural certamente é uma importante aliada no processo de conhecimento, valorização, proteção e promoção dos bens culturais. Inclusive também é o alicerce necessário para a construção de ideias e ações em favor do desenvolvimento local de maneira sustentável. Contamos com teu apoio na defesa desta ideia, especialmente lutando por políticas públicas que venham beneficiar regiões que não apresentam um “apelo patrimonial” tão grande e por isso acabam sendo ignoradas ou mesmo esquecidas, como é o caso de nossa região carbonífera do RS, área rica em patrimônio industrial que necessita de um processo de ativação patrimonial. Saudações Patrimoniais! Defesa Carbo (Região Carbonífera – RS).

  22. Devemos de todas as formas preservar nosso patrimônio, para não perdermos nossa cultura, em nivel municipal ,estadual e federal. Abraço

  23. Em defesa do Patrimônio Cultural Ferroviário
    Em defesa do Patrimônio Cultural Sacro
    Em defesa do Patrimônio Cultural Quilombola
    Em defesa do Patrimônio Cultural Indígena
    Em defesa do Patrimônio Cultural Arqueológico
    Em defesa do Patrimônio Cultural Militar
    Em defesa do Patrimônio Cultural Industrial
    Em defesa do Museu Casa da Força Expedicionária Brasileira
    Em defesa da Paisagem Cultural Fluminense
    Em defesa dos Monumentos Históricos do estado do Rio de Janeiro
    Em defesa do Patrimônio Cultural da Baixada Fluminense
    VOTE
    Antônio Seixas – Patrimônio Material – RJ

    • Vamos ampliar a discussão sobre a preservação de nosso patrimônio cultural! Antes que não exista mais nada para ser preservado!

      • É preciso dialogar com a comunidade, proprietários e governos. É preciso também legislações municipais eficientes para que instrumentalizem localmente a proteção do patrimônio edificado. Sem população não há patrimônio. Ouvir a pluralidade que compõem nossas cidades e Estado é fundamental para que os Planos (nacional, estadual) sejam implementados. O trabalho é penoso, lento, burocrático e polêmico, porém não podemos desistir jamais.